A linha do tempo é curiosa.
💿 Em 1948, a Columbia apresentou o LP
de 33⅓ rpm, marco do disco de vinil de longa duração.
📼 Em 1963, a Philips apresentou o
Compact Cassette: pequeno, portátil, gravável e destinado a atravessar
gerações.
💽 Em 1982, o CD chegou comercialmente
ao mercado. A Sony lançou no Japão o CDP-101, primeiro CD player comercial,
acompanhado pelos primeiros títulos no formato.
🔌 Por volta de 2000, os primeiros
pendrives comerciais começaram a colocar uma quantidade cada vez maior de
arquivos dentro do bolso.
🎧 Em 2008, o Spotify foi lançado
comercialmente na Europa. Aos poucos, a relação com a música mudou: em vez de
possuir uma cópia, passamos a acessar catálogos inteiros.
E então aconteceu uma coisa engraçada.
O vinil voltou. A fita cassete reapareceu em pequenas tiragens. E o CD,
que muita gente já havia enterrado, voltou a ganhar atenção de colecionadores,
fãs e novas gerações.
As datas de 2023, 2024 e 2025 no meme representam justamente esse
movimento de retorno da mídia física, não o nascimento desses formatos.
E existe uma diferença importante aí: CD também é digital. Pendrive
também. A provocação não é “analógico contra digital” no sentido técnico. É
sobre posse contra acesso.
Quando você compra um disco, uma fita ou um CD, aquele objeto é seu. Um
catálogo de streaming existe enquanto plataforma, contrato, licença e disponibilidade
permitirem.
Talvez seja por isso que, depois de correr tanto para colocar tudo na
nuvem, tanta gente esteja voltando a ocupar a estante. 😂
Agora quero saber: vinil, fita cassete ou CD, qual formato você
escolheria se só pudesse ficar com um?
Compartilhe com aquele amigo que jurava que mídia física tinha morrido.
Fonte: https://www.nyarlathotep-records.com.br/
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